Mostrar mensagens com a etiqueta Anos 70. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Anos 70. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Uma Real lata!

God save the Queen 1952-1977
Lata de bolachas inglesa, comemorativa dos 25 anos de reinado de Isabel II
35 ladras

sexta-feira, 13 de junho de 2014

A Paixão Polaroid EE 33

Polaroid EE 33
1976-77
Filmes compatíveis Type 80 film
Usada mas bem conservada
35 ladras

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Carlos Calvet em Colóquio

nº 17* de Abril de1974
20 ladras
 " Não se pode falsear o invisível. Este não se vê." António Maria Lisboa
Dar nome ao que não se pode falsear, é encontrar um modo rigoroso, mas um rigor que não é previsto pela lógica. Um lógico pode e deve afirmar que o que não pode ser dito deve ser calado. A teimosia do artista é dizer o indizível, a função da arte é mostrar e não demonstrar.
Os pintores metafísicos, através de jogos muito hábeis de alteração do espaço cénico tradicional, ou das associações inabituais das imagens, provocam no espectador uma surda e fecunda inquietação como se um silêncio "vibrasse" na expectativa de um grito ou do brusco ruído de alguma máquina desconhecida. Tudo é simultaneamente estranho e íntimo, e deveria sem dúvida haver um nome para isso. O próprio vazio, como o escuro, o iniluminado, o negrume...
Para Duchamp, o acto altamente humorístico de dar nome constitui a criação por excelência.

in Carlos Calvet ou a antinarração por Rui Mário Gonçalves

Capa: Gouache de Carlos Calvet, 1973

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

As descobertas do Tó, aprender com o Tó e aTá

Texto de João Miguel Guedes e Alain Grée,
Ilustrações de Gérard Grée
Verbo Infantil
10 ladras
Tó convida-os a brincar com os vossos filhos. Entrai com ele no jogo que este álbum lhes propõe. Fazei como o Tó: ajudai-os a descobrir e a conhecer o mundo que os rodeia.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

O Meu Livro de Cozinha, versão portuguesa de Maria Lourdes Modesto, Verbo

Este encantador livro de cozinha, dedicado às raparigas mais jovens, alia de uma maneira muito equilibrada, o passatempo com a vida real. Yvonne Bonnis
o material
Mãos de Fada (bolachas doces)
ovos à marinheira e nani negrinha
Pouca terra, o comboio guloso!
Com introdução de Yvonne Bonnis, inspectora do Ensino  Manual e de Economia Doméstica de Paris e adaptado por Maria de Lourdes Modesto
Verbo
15 ladras
Bravo!- exclama a avó, que espreitou por cima do meu ombro(eu deixei).- Se puseres tudo isso em prática vais tornar-te numa autêntica fada do lar e o teu marido será um homem feliz.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

World Wildlife Movie Viewer, Let's see the Trailer!

Made in Great Britain under licence from Action Films Inc. U.S.A. and foreign patents pending
O visor
A cassete 7512:  Walt Disney Movie Viewer : Sleeping Beauty "The princess and the Dragon"
50 ladras

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Encontro de Irmãos, Sesame Street

Egas! Ó EGAS! Tinha mesmo saudades tuas. Onde é que está o teu cabelo? Hahahaha!  E o teu Becas? Hehehehhe...

domingo, 25 de novembro de 2012

Joaquim Rodrigo, em Colóquio

Pormenor do quadro Medina Celi,
Joaquim Rodrigo 1971
 Colóquio Artes, nº 9 * Outubro 1972
20 ladras
" A invenção de um sistema de narração figurativa de cariz popular situou Rodrigo na via duma «pop art» que então mal se anunciava ( e ele completamente ignorava) e que só depois viria a ganhar sentido na arte ocidental. Influenciado pela pintura dos aborígenes da Austrália e tendo meditado no seu processo semiológico, o pintor propôs uma organização iconográfica que se prestava ao comentário de quotidiano e acabou por, nas últimas obras mostradas, assumir um papel de diário pessoal, alusivo nos seus dizeres ingénuos, ao mesmo tempo pragmáticos e simbólicos, curiosamente marcados por um entusiasmo juvenil de encontros e estímulos, no decurso de viagens em que o tempo lentamente conta."
Joaquim Rodrigo Prémio SOQUIL/1972, de José Augusto França

Notícias da temporada 1971/72 do Grupo Gulbenkian de Bailado, por José Blanc de Portugal

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Adivinhem quem anda por aqui

Incógnito a fazer turismo
a apanhar sol em Santa Luzia
Tirem-me daqui que estou com vertigens! EGAS!
Muppet Inc. 1976 * 50 ladras

domingo, 4 de novembro de 2012

Noronha da Costa em Colóquio

nº 8 * Julho de 1972
20 ladras 
Toda a pintura distribui de graça uma certa qualidade de silêncio. Mas certa pintura inscreve esse silêncio em qualquer coisa a que convém o nome sempre suspeito de "mistério"

reflexo num espelho ausente
Sobre a pintura de Noronha da Costa por Eduardo Lourenço

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Nikias Skapinakis, em Colóquio

nº7 * Abril de 1973
20 ladras
un peintre de l'attente et du silence par Jean-Jacques Levêque
na capa pormenor do quadro Sedução de Miss Europa, 1970

Do you Sir, Paint in Fear and trembling? Sobre o romantismo inglês, por José Augusto França

Arpad Szenes por Fernando de Azevedo

DADA morte e ressurreição da arte, por Fernando Pernes

Lembro que esqueço/A invenção do eco por Fernando Lemos

Algo se fecha no movimento ou numa luz, para ficar aberto.
Algo se abre em plena escuridão ou no fundo de um poço, para ficar aberto.
Entre uma coisa e outra, o eco, a imagem fiel e mais corajosa, martelando os nossos instintos e a nossa curiosidade. Para falar a verdade é mais válido um eco.
(...)
Lembrar que esquece é o mais-que-protesto de nos passarmos
de consumidores a sonâmbulos nos corredores dos supermercados. 
Mirar sem cegueiras os produtos, tocá-los com a mão gelada, esquecê-los
com o fascínio de quem dorme cauteloso, inoxidável, detergente.
Não se deixe consumir.
(...)