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terça-feira, 6 de janeiro de 2015
sexta-feira, 13 de junho de 2014
A Paixão Polaroid EE 33
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Carlos Calvet em Colóquio
| nº 17* de Abril de1974 20 ladras |
" Não se pode falsear o invisível. Este não se vê." António Maria Lisboa
Dar nome ao que não se pode falsear, é encontrar um modo rigoroso, mas um rigor que não é previsto pela lógica. Um lógico pode e deve afirmar que o que não pode ser dito deve ser calado. A teimosia do artista é dizer o indizível, a função da arte é mostrar e não demonstrar.
Os pintores metafísicos, através de jogos muito hábeis de alteração do espaço cénico tradicional, ou das associações inabituais das imagens, provocam no espectador uma surda e fecunda inquietação como se um silêncio "vibrasse" na expectativa de um grito ou do brusco ruído de alguma máquina desconhecida. Tudo é simultaneamente estranho e íntimo, e deveria sem dúvida haver um nome para isso. O próprio vazio, como o escuro, o iniluminado, o negrume...
Para Duchamp, o acto altamente humorístico de dar nome constitui a criação por excelência.
in Carlos Calvet ou a antinarração por Rui Mário Gonçalves
Capa: Gouache de Carlos Calvet, 1973
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
As descobertas do Tó, aprender com o Tó e aTá
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
O Meu Livro de Cozinha, versão portuguesa de Maria Lourdes Modesto, Verbo
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| Este encantador livro de cozinha, dedicado às raparigas mais jovens, alia de uma maneira muito equilibrada, o passatempo com a vida real. Yvonne Bonnis |
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| o material |
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| Mãos de Fada (bolachas doces) |
Bravo!- exclama a avó, que espreitou por cima do meu ombro(eu deixei).- Se puseres tudo isso em prática vais tornar-te numa autêntica fada do lar e o teu marido será um homem feliz.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
World Wildlife Movie Viewer, Let's see the Trailer!
Etiquetas:
Anos 70,
Brinquedos,
Imagem e fotografia
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Encontro de Irmãos, Sesame Street
domingo, 25 de novembro de 2012
Joaquim Rodrigo, em Colóquio
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| Pormenor do quadro Medina Celi, Joaquim Rodrigo 1971 Colóquio Artes, nº 9 * Outubro 1972 20 ladras |
" A invenção de um sistema de narração figurativa de cariz popular situou Rodrigo na via duma «pop art» que então mal se anunciava ( e ele completamente ignorava) e que só depois viria a ganhar sentido na arte ocidental. Influenciado pela pintura dos aborígenes da Austrália e tendo meditado no seu processo semiológico, o pintor propôs uma organização iconográfica que se prestava ao comentário de quotidiano e acabou por, nas últimas obras mostradas, assumir um papel de diário pessoal, alusivo nos seus dizeres ingénuos, ao mesmo tempo pragmáticos e simbólicos, curiosamente marcados por um entusiasmo juvenil de encontros e estímulos, no decurso de viagens em que o tempo lentamente conta."
Joaquim Rodrigo Prémio SOQUIL/1972, de José Augusto França
Notícias da temporada 1971/72 do Grupo Gulbenkian de Bailado, por José Blanc de Portugal
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Adivinhem quem anda por aqui
domingo, 4 de novembro de 2012
Noronha da Costa em Colóquio
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Nikias Skapinakis, em Colóquio
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| nº7 * Abril de 1973 20 ladras |
un peintre de l'attente et du silence par Jean-Jacques Levêque
na capa pormenor do quadro Sedução de Miss Europa, 1970
Do you Sir, Paint in Fear and trembling? Sobre o romantismo inglês, por José Augusto França
Arpad Szenes por Fernando de Azevedo
DADA morte e ressurreição da arte, por Fernando Pernes
Lembro que esqueço/A invenção do eco por Fernando Lemos
Algo se fecha no movimento ou numa luz, para ficar aberto.
Algo se abre em plena escuridão ou no fundo de um poço, para ficar aberto.
Entre uma coisa e outra, o eco, a imagem fiel e mais corajosa, martelando os nossos instintos e a nossa curiosidade. Para falar a verdade é mais válido um eco.
(...)
Lembrar que esquece é o mais-que-protesto de nos passarmos
de consumidores a sonâmbulos nos corredores dos supermercados.
Mirar sem cegueiras os produtos, tocá-los com a mão gelada, esquecê-los
com o fascínio de quem dorme cauteloso, inoxidável, detergente.
Não se deixe consumir.
(...)
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